Belém – quarto dia

Belém – quarto dia

O programa do nosso último dia em Belém era o Museu Paraense Emilio Goeldi, um parque zoobotânico bem legal, um pedacinho da Floresta Amazônica dentro de Belém. Há placas identificando a flora e a fauna.

Museu Paraense Emilio Goeldi (1)

Museu Paraense Emilio Goeldi
Museu Paraense Emilio Goeldi
Mas o calor nesse dia estava intenso e, a pedido das crianças, não ficamos muito tempo. Desistimos de entrar na Basílica de Nazaré (vimos só por fora) e voltamos para a piscina do hotel!
Almoçamos no próprio hotel (muito bom, aliás) e rumamos para o aeroporto, não sem antes parar em uma Cairu para provar outra delícia!

Belém – terceiro dia

Belém – terceiro dia

 

No terceiro dia fomos a Mosqueiro, uma ilha fluvial localizada na costa oriental do rio Pará, no braço sul do rio Amazonas. É um distrito administrativo do município de Belém, e fica a cerca de 75km do centro. Possui 17 km de praias de água doce com movimento de maré.

 

Mosqueiro
Mosqueiro
As crianças curtiram muito as ondas fracas e o fato de que podiam abrir os olhos debaixo d’água sem arder, apesar de não enxergarem nada, já que a água não é transparente como a do mar. Também gostaram de fazer castelo de areia. Os pais ficaram bem tranquilos, sentados sob o guarda-sol do restaurante, na areia. O movimento era pequeno, pelo menos naquele sábado, e a proximidade da água não foi estressante como nas praias do Rio de Janeiro. Nada que um par de boias nos menores e uma vigilância tranquila não resolvessem.

 

Mosqueiro
Mosqueiro
Apesar de ninguém querer ir embora, o tempo que dispúnhamos na cidade estava se esgotando e ainda havia coisas que queríamos conhecer. Já que estávamos em trajes de banho, resolvemos seguir para a Praça Princesa Isabel, de onde partem os barquinhos pô-pô-pô para os restaurantes da Ilha do Combú.

 

Barquinho pô-pô-pô. Ilha do Combú ao fundo.
Barquinho pô-pô-pô. Ilha do Combú ao fundo.
Escolhemos o Saldosa Maloca. Não tinha a área que esperávamos para as crianças brincarem no rio, apenas umas duchas e um deck de madeira na água onde eles brincaram um pouco. Mas tivemos que ficar no deck também, já que a correnteza era forte e, fora do deck, o rio é bem fundo.
A comida é excelente, e a atenção dos funcionários idem. Tem um brinquedinho de madeira num areal próximo das mesas no fundo, que, apesar de não estar em excelentes condições, distraiu as crianças enquanto o prato não chegava. Ainda passeamos por um pedacinho da Floresta Amazônica depois do almoço!

 

Floresta amazônica
Floresta amazônica
E voltamos para o hotel para aproveitar um pouco a piscina e arrumar as malas.

Belém – segundo dia

Belém – segundo dia

No segundo dia acordamos cedo, pois ainda não tínhamos nos acostumado à diferença de fuso (Belém não entra no horário brasileiro de verão, tendo uma hora a menos do que estávamos acostumados).
Mercado Ver-o-Peso
Mercado Ver-o-Peso
Aproveitamos para conhecer o famoso mercado Ver-o-Peso. Ele deve, de preferência, ser conhecido de manhã, já que a parte dos peixes só funciona nesse horário. Eles até oferecem isopor e gelo pra transportar o peixe, e bem que deu vontade, mas como ainda era sexta-feira não quisemos arriscar. O famoso “cheirinho do Pará” para colocar no armário é imperdível, e os frutos da Amazônia dão origem a sabonetes e cremes “mágicos”. Mas atenção: este é um dos pontos turísticos mais famosos de Belém, recebendo diariamente muitos turistas e podendo, por isso, atrair pessoas não tão bem intencionadas. Aqui tivemos alguma dificuldade de acesso do carrinho de bebê já que as barracas são próximas. Se possível, dê preferência a outro tipo de transporte, como “cangurus” ou mochilas próprias para bebês.
Forte do Presépio
Forte do Presépio
Deixamos o carro estacionado e fomos andando até o Forte do Presépio (500m). É pequeno perto dos Fortes dos Reis Magos (Natal) e de Copacabana (Rio de Janeiro), mas é claro que os meninos curtiram os canhões! Tem uma vista legal da Baía do Guajará e da cidade velha. E ainda abriga um pequeno museu (climatizado, ufa!) com algumas informações interessantes sobre os índios que habitavam a região.
A Casa das Onze Janelas seria nosso próximo destino, ficando ao lado do Forte. Nela funciona o Boteco das 11, onde almoçaríamos. Mas a casa estava fechada pelo falecimento de alguém, e resolvemos seguir para a Estação das Docas. Almoçamos no Lá em Casa, onde finalmente provamos o Pato no Tucupi. Compramos as lembrancinhas que queríamos levar e os bombons regionais.
Tínhamos duas horas até o passeio de barco, “Orla ao entardecer“. Pensamos em aproveitar para conhecer a Praça da República e o Theatro da Paz, há 750 metros dali. Mas uma saída rápida da Estação nos fez desistir de andar sob aquele sol!  Resolvemos descansar um pouco e provar o sorvete considerado melhor do Brasil: Cairu. Sabores regionais e exóticos, além dos tradicionais. Adoramos!
Às 17:30h saímos em direção ao Rio Guamá. A guia forneceu algumas informações interessantes, e não sabíamos se observávamos a bonita vista de Belém ou se assistíamos ao show de danças típicas com música ao vivo. Muito legal! Na volta já havia escurecido, e a cidade estava linda, toda iluminada. Só acho que o passeio devia iniciar um pouco mais cedo: como o sol se põe cerca de 18h fizemos a maior parte do passeio à noite.
Passamos na cervejaria Amazônia para comprar algumas cervejas locais, na própria Estação, e demos o dia por encerrado. No próximo post nosso terceiro dia na cidade.

Belém – primeiro dia

Belém – primeiro dia

 

 

Nossa última viagem já tem 7 meses, e a urgência de conhecer novos lugares vem aumentando. Recebemos um e-mail do programa de milhagem informando que havia algumas milhas vencendo. Pronto: é a desculpa perfeita para planejar o próximo destino! Uma busca pelos voos disponíveis no próximo feriado e o destino foi escolhido: Belém. Agora podemos iniciar uma das partes mais legais da viagem: a pesquisa sobre a cidade nos blogs de viagem e no TripAdvisor e montar o roteiro, que nem sempre é seguido mas otimiza muito nosso pouco tempo disponível para viajar. Vacina para febre amarela 10 dias antes da viagem e mãos à obra!

Nosso voo chegou por volta de meio dia. Como a família é grande achamos que teríamos dificuldade em acomodar todos num táxi, e alugamos um carro. Ao colocar o pé fora do aeroporto a constatação de que as informações colhidas eram verdadeiras: a cidade é quente!!!

Partimos direto para o Mangal das Garças, que abriga o restaurante estrelado Manjar da Garças: um paraíso refrigerado, com música ao vivo e boa comida. Funciona como buffet (R$65,00 por pessoa). No dia que fomos não tinha o famoso pato no tucupi, mas provamos o peixe filhote, de carne branquinha. Aprovado por todos!

Mangal das Garças
Mangal das Garças
Farol de Belém
Farol de Belém

 

Depois fomos conhecer o parque: uma “reconstrução” do mangue. Ele é composto por vários espaços, cada um com ingresso separado (R$4,00). Todos são comprados no Farol de Belém, e existe a opção de comprar o “passaporte” (R$12,00), válido para todos os espaços. O próprio Farol, uma torre metálica de 47 metros, é um mirante do parque, mas não possui telas de segurança, só permitindo o acesso a maiores de 1,20m. Fiquei com os dois menores enquanto o pai subiu com os maiores.
Borboletário
Borboletário

 

Adoramos o borboletário, o maior do Brasil e um dos maiores do mundo. Um funcionário colocou uma borboleta no braço das crianças, que, depois de vencer o medo, curtiram a experiência.
Viveiro das Aninguas permite apreciar mais de 35 espécies de aves. Pena que os funcionários ainda são pouco preparados. A resposta às minhas indagações sobre os animais que poderíamos ver foi: pássaros e aves, e apontou para um panfleto! Desisti de maiores informações!
Por todo o parque há guarás soltos, com suas penas vermelhas contrastando com o verde das copas das árvores, além de iguanas pelo gramado!
Iguana no Mangal
Iguana no Mangal
Guará
Guará
Demos por encerrado o primeiro dia de passeio e fomos para o Radisson Hotel, confortável e bem localizado. Uma dica para as famílias grandes: eles possuem unidades com dois quartos, sala e microondas, que não são comercializadas pelo Booking. Gostamos do hotel mas tivemos alguns contratempos, como falta de toalhas (todos os dias!) e fechamento da área de lazer para manutenção (nos primeiros dias), não comunicada previamente. Imagina chegar ansiando por um relax refrescante e ter que explicar às crianças que não podem ir à piscina!
No próximo post nosso segundo dia em Belém!

 

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